
...Era uma vez um velho que estava lá pela casa dos 60 anos de idade. Nunca havia se casado porque era teimoso, mandão e muito pão-duro. Dizia que casamento era algo para herói. Somente heróis ou ignorantes se casavam, pois viver a dois era uma verdadeira aventura. "Uma constante aventura", pensava ele. Portanto, o dito homem costumava viver hoje aqui, depois ali e assim sempre, andando, de porto em porto, sem um lugar definitivo para ficar. Afinal, apesar de nunca ter se casado, era um caixeiro-viajante.
Certa vez, saindo das terras áridas da Pedra que Brilha, foi a negócio para Mundo Novo, a terra do feijão e do pastoril. Lá chegando, depois de acertar a venda de mercadorias a um comerciante local – e isto levou praticamente uma tarde inteira – procurou uma estalagem para ficar.
Nesta cidade, ele costumava ficar na pensão de Dona Maria Argolo. Uma velha sexagenária, gorda, de pele vermelha, cabelos grisalhos e de péssimo humor. O interessante é que a dita velha, a dona da pensão, não era diferente do velho, era tão mesquinha e mandona quanto ele. E sempre dizia que estava ali para dar uma dormida... nunca almoço, jamais café e deus-livre a merenda.
Leia na íntegra: http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=8601
Imagem: Fonte: WEB
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